Há o tímido e o "tímedo".
O estereótipo de timidez nos diz que é seus adeptos falam baixo, encolhem os ombros, não se expressam com facilidade próximos de desconhecidos. Sou assim? Eles têm na essência a timidez, os tímedos não. Sou tímeda!
A vida e seus fatos nos forçou a ser assim, por isso, vivemos esse meio termo. No meu caso, não consigo me expressar livremente no ramo dos sentimentos, emoções, o que há de melhor no ser humano. Sou racionalmente extrovertida e emocionalemente introvertida.
Não ouso mirar nos olhos de meu interlocutor, tenho algo a dissimular, sempre tive. Desde que me conheço como gente, sinto-me "diferente", no fundo, sempre soube o que era. Todas as vezes que me sentia atraída por uma garota, apressava-me e podava tal sentimento. Foi se formando um muro intransponível para meu "eu" verdadeiro, não há escada que consiga alcançar-me, mas busco esse meio de galgar a razão nua: construo a escada à proporção que o muro cresce, sei que preciso de dinamites, onde estão?
Tímedo... ti-medo... mi-medo... qui-medo, quimera.
Preciso de mais esforço: vou vencer, vou me vencer.
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